O óbvio.

O óbvio.

Não caminhar por onde tua essência seja conspurcada.
O que há na tua natureza, no teu coração, na tua mão é a força do bem, da arte, do saber, da luz.
Não ir pelos caminhos sombreados e mais fáceis, mas pelos ensolarados que dissolverão o que não te serve, o que faz doer, o que você não merece passar.
Saber o que você não quer é bom, primordial, mas saber o que não te serve é tão ou mais importante.
Te ver pisar espinhos faz sofrer quem te quer tão bem. Quem te quer tanto. Quem te quer tudo.
O momento doloroso é uma escolha. A tua. Soberana.
Se boa, mantenha o passo e evite os atalhos que podem por tudo a perder.
Ganhar a paz se afastando do que você não quer e cair nos braços de outro erro é menosprezar o peso da tua decisão e o preço que, toda e qualquer uma, te impõe.
Fugir da ilusão, proteger-se dela.

Você sempre estará nos meus pensamentos. Não preciso, mas digo.
Meu coração caminha por veredas geminadas, por trilhas bipartidas.
Sim, eu sei, é inaceitável. Parece leviano. Parece errático. Não é.
Mas significa que eu sempre estarei em dor.
Conquistado o amor, perdido no mesmo instante.

Amor(es) que não cabe(m). Sem saída.

É óbvio.

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