13 de Maio

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Pretos-Velhos

Este post rende minhas homenagens a Eles, companheiros valorosos na tarefa, no serviço, no socorro.

Pretos e Pretas Velhas, Vovôs e Vovós que junto aos que servem, entregam sua sabedoria, sua escuta, compaixão e suas mãos para que a energia balsâmica e curativa chegue aos que sofrem, aos que choram e aos que buscam.

Aos amorosos benfeitores, que seja feita a vontade Dele, agora e sempre.

Homenagem aos Pretos-Velhos

Os Pretos-Velhos
São as rosas mais bonitas
Asaléias infinitas
Dos jardins de Deus Senhor

Os Pretos-Velhos
São os pássaros mais lindos
Que habitam nos infindos
Bosques de Deus Criador

Os Pretos-Velhos
Quando vem prá  trabalhar
Com humildade e com amor
Pros filhos seus,

Os Pretos-Velhos
São a luz do nosso altar,
Os Pretos-Velhos
São o sorriso de Deus !

http://editoradufaux.com.br/livro/fala-preto-velho/

http://povodearuanda.blogspot.com.br/2014/05/vovozinhos-e-vovozinhas.html?m=1

 

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E neste 13 de Maio, homenagens aos braços e corações valorosos que construíram – com lágrimas de saudade e muito suor – esta Nação que ainda sangra, escravizada, aviltada, no tronco da ignomínia e nas redes da traição.

Chegará até nós a Lei Áurea?  Simulacros há de liberdade e soberania. Mas Reino, saído da Letra para o Espírito da Terra, quando afinal?

O Navio Negreiro
Castro Alves

http://www.jornaldepoesia.jor.br/calves01.html

https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Lei_%C3%81urea

Em 1988 : 100 Anos de Liberdade, Realidade ou Ilusão.

À amiga “mangueirense no coração e nos pés”.

 

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ESCRAVA ANÁSTACIA

Escrava Anastácia (Pompéu, 12 de maio de 1740 — data e local de morte incertos) é uma personalidade religiosa de devoção popular brasileira, cultuada informalmente pela realização de supostos milagres.

Histórico

A existência da escrava Anastácia é colocada em dúvida pelos estudiosos do assunto; não existem provas materiais de sua passagem pelo Brasil.

Seu culto iniciou-se em1968. Em uma exposição da Igreja do Rosário do Rio de Janeiro em homenagem aos 80 anos da Abolição, um desenho de Étienne Victor Arago representando uma escrava do século XVIII portando uma Máscara de Flandres (artefato usado nas minas para impedir que os escravos engolissem o produto da lavra) impressionou os presentes.

O imaginário popular associa sua sentença a um senhor de escravos despeitado com a recusa de Anastácia em manter relações sexuais com ele. A máscara seria retirada somente para as refeições e a escrava teria morrido devido aos maus-tratos recebidos.

“A Escrava Santa”  –  Algumas comunidades religiosas afrobrasileiras ligadas à religião católica gostariam de propor a beatificação da Escrava, pois é considerada uma mártir negra, vítima do regime de escravidão no Brasil. É dito, mesmo com a escassez de dados disponíveis, que seu sofrimento iniciou-se em 9 de abril de 1740, com a chegada ao Rio de Janeiro do navio negreiro “Madalena” vindo da África com uma centena de negros Bantus, do Congo. Entre estes teria vindo a família real de “Galanga”, liderada por um negro, mais tarde conhecido por “Chico-Rei”, atuante no circuito aurífero da região de Ouro Preto, MG. “Delmira”, mãe de Anastácia, jovem atraente, foi arrematada por um mil réis. Indefesa, foi violentada por um homem branco cujos olhos azuis a escrava herdou. Seu nascimento, deu-se em Pompéu, MG, aos 12 de maio. Anastácia, bonita como a mãe, foi vítima da paixão do filho de um feitor; resistindo ao assédio foi perseguida e torturada sexualmente. Sustentava altivez e dignidade, provocando o ódio dos brancos que a castigaram colocando-lhe  a máscara de ferro, retirada à hora das refeições. Suportou o instrumento de suplício por muitos anos em dolorosa e heróica existência. Sinhás e Sinhazinhas teriam incentivado a manutenção da máscara por invejarem a beleza da “Negra Anastácia”. (Combate a inveja, os ciúmes e a injustiça). “Anastácia”, doente e debilitada, é transferida para o Rio onde falece. Seus restos mortais, sepultados na Igreja do Rosário, destruída por um incêndio com documentos que poderiam oferecer informações referentes à “Escrava Anastácia” – “A Santa” (assim cultuada).

Fonte: Revista Suingando – Quem é Quem na Negritude Brasileira.

 

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Post parcialmente elaborado com conteúdo utilizado em 13.05.2015 e publicado em outro sítio.

5 comentários sobre “13 de Maio

    1. Feiticeiro, enfeitiçado é. Enfeitiçado, feiticeiro é.
      Até que um, outro, um e outro, rompa. Se queira romper.
      O feitiço consome e ensina. Às vezes, pelo Amor. Muitas vezes, pela Dor.
      A magia, essa energia, aprisiona ou liberta. A escolha é de cada um.
      Abraçar o feiticeiro, ser levado pela bruxa, tomar a porção, viajar pela bruma: sempre, sempre escolhas.
      Não há arrastamento irresistível. Nem mesmo diante do mais poderoso feitiço. Este só “vinga” quando toca o enfeitiçado. E porque toca? Porque reverbera, ecoa, chama.
      Aprisiona ou liberta.

      Obrigada pela visita! Abraço da Anna.

      Curtido por 1 pessoa

  1. Veio chega e olha homenagem, fica contente e cheio de gratidão, veio senta, fica a vontade e agradece essa amor do coração.
    Veio também pita, ele faz seu menino falar, e o menino todo prosa, não é que ao veio também veio homenagear?
    Naquele terreiro dele cheio de amor e puxão de orelha, veio deixa ele brincar e até falar besteiras, mas veio se alegra em saber de sua andança, veio conhece bem a sua criança.
    Como batizado o fitito pelo nome Kambami, aquele que fala por seu pai, quando ele já não mais está por aqui, mas não é veio que vai deixar a coisa de presente, veio só veio espiar, agradecer tanto amor que fitita ao veio veio dar.
    Veio agora se despede e deixa fitito falar, deixa um aroma de jasmim para menina Anna cheirar e faz sua benção com um galho de alecrim.
    Louvado seja toda alma de bom coração, e que o Pai maior permita sempre que veio dê sua benção. Adorei as almas! Louvado seja Jesus e sua Santa Ave Maria! ❤

    Boa noite Anna, não se importe com o veio falador, ele é assim mesmo, me toma a frente e distribui seu amor.
    Claro que em meu espaço deixei também minha homenagem aos meus Pretos Velhos queridos, onde os tenho como meus mestres e os quero sempre comigo.

    Obrigado pelo carinho. ❤
    https://kambami.wordpress.com/2009/05/13/homenagem-aos-pretos-velhos/

    Curtido por 1 pessoa

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